5 discos para viajar na psicodelia brasileira

 

Os representantes da psicodelia brasileira 

 

Na década de 60 o rock dominava o mundo, tanto em terras britânicas ou ianques, fazia-se história fundindo o então “sério e careta” rock internacional com a recente psicodelia, regada a drogas e sonoridades experimentais. No Brasil a psicodelia começou a ser importada e transcrita, fundindo elementos regionais com a idéia internacional de liberdade. 

Com o passar das décadas a música psicodélica (tanto brasileira quanto internacional) foi peça chave para o desenvolvimento de muitos movimentos e estilos que conhecemos hoje, como: heavy metal, hard rock, rock alternativo, indie, black music e muitas vertentes da música eletrônica. 

Trouxemos então uma lista com 5 grandes nomes da psicodelia brasileira que, além de marcarem uma geração também são a vanguarda do estilo. 

 

 

1. Gal Costa – Gal (1969) 

 

Experimental, Gal costa conversa com a guitarra criando um dos discos mais intensos da tropicália. 

  

 

2. Tom Zé – Todos os olhos (1973) 

Todos os olhos.. todos os olhos mesmo! O emblemático disco traz polêmica até na capa. 

  

 

3. Marconi Notáro – No Sub Reino dos Metazoários (1973) 

O músico e poeta pernambucano Notáro deixa seu legado para a música regional nordestina e também sua presença marcada na vanguarda psicodélica nacional. 

  

 

4. Secos e Molhados – Secos e Molhados II (1974) 

O primeiro disco da banda é sucesso absoluto, e o segundo também! Uma das presenças mais marcantes de Ney Matogrosso. 

  

 

5. Serguei – Psicodélico (1966

Serguei! O rockeiro mais transcendental do Brasil, que pegou a Janis Joplin e que fazia sexo com árvores também foi uma das maiores influências psicodélicas em terras brazucas. A mistura de sonoridades brasileiras com influências do rock inglês garante a Serguei a eterna posição folclórica em nossa música. 

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