Bitucas de cigarro superam plástico e se tornam maior poluente dos oceanos

 Os danos que o cigarro causa ao corpo do usuário e ao meio ambiente como um todo não param de crescer. Recentemente foi divulgado um estudo que aponta que as bitucas de cigarro poluem mais o oceano do que os plástico. Reforçando a pesquisa,  segundo dados da ONG Ocean Conservancy – que financia anualmente desde 1986 uma ação de limpeza em praias – o cigarro foi, por 32 anos cigarro, o item mais coletado em praias.   Para se ter uma noção, as bitucas de cigarro correspondem a 1/3 de todas as matérias que poluem os oceanos. É muita coisa! Ainda, resíduos de filtros são encontrados em 70% das aves marinhas e 30% das tartarugas marinhas.   Se você está pensando que todo esse número absurdo vem única e exclusivamente de bitucas largadas na praia, você está muito enganado. Na verdade, essas bitucas correspondem a minoria. A grande maioria dos filtros de cigarro que poluem os oceanos chegam por meio de bueiros e córregos. É isso mesmo. A binga de cigarro que você joga no chão no centro de São Paulo pode chegar até os oceanos. Possíveis soluções Duas soluções se mostram viáveis e rápidas para diminuirmos os danos do cigarro ao meio ambiente como um todo. Primeiro, é necessário que os próprios usuários parem de descartar suas bitucas nas ruas. Para isso, basta portar um cinzeiro portátil (como uma sacolinha) ou segurar a bituca até o lixo mais próximo. Afinal, se você segurou o cigarro por cerca de 5 minutos enquanto fumava, segurar por mais 1 ou 2 até achar um lixo não fará diferença.  Uma outra possibilidade e que já vem sendo pensada pelas empresas de tabaco são filtros biodegradáveis e com menor tempo de decomposição.    

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